
A bandeira no pódio da São Silvestre, ontem, foi uma jogada de marketing da diretoria do Atlético planejada há quase um mês: no dia 2 de dezembro do ano passado, quando o corredor do Cruzeiro Franck Caldeira ganhou a Volta da Pampulha, e o clube rival foi destaque nacional.
Atleticano e dono de uma empresa de marketing esportivo, Alberto Duarte Simão procurou o presidente Ziza Valadares e propôs contratar nomes de peso da São Silvestre para representar o Galo na tradicional corrida paulistana e buscar o bicampeonato da prova – depois do triunfo de João da Mata, em 1983. “Mantivemos a estratégia em segredo para causar o impacto que tivemos. Conseguimos colocar a bandeira do Atlético nos 41 países que receberam a transmissão da São Silvestre e na TV aberta de maior audiência do país”, comemorou Simão.
Muito caro O empresário entrou em contato com um dos procuradores dos quenianos no Brasil, enviou um kit com uniforme, agasalho, DVD e bandeira para os atletas, fez a proposta financeira – os valores não foram divulgados – e aguardou a resposta. “Não conseguimos fechar acordo para que eles corressem com a camisa do Galo, porque eles cobram muito caro”, explica Simão. Depois da corrida, Robert Cheruiyot gravou uma entrevista na qual cantou parte do hino do Atlético, gritou ‘Galo’ e declarou que gostaria de conhecer o Mineirão.
O coordenador técnico da equipe de atletismo do Cruzeiro, Alexandre Minardi, se irritou com a atitude do rival. “Estamos revoltados. Isso não se faz. Esse empresário nem é da área de atletismo. Discutimos feio no hall do hotel depois da prova. Se fosse o contrário, o Cruzeiro não faria essa palhaçada.”
Atleticano e dono de uma empresa de marketing esportivo, Alberto Duarte Simão procurou o presidente Ziza Valadares e propôs contratar nomes de peso da São Silvestre para representar o Galo na tradicional corrida paulistana e buscar o bicampeonato da prova – depois do triunfo de João da Mata, em 1983. “Mantivemos a estratégia em segredo para causar o impacto que tivemos. Conseguimos colocar a bandeira do Atlético nos 41 países que receberam a transmissão da São Silvestre e na TV aberta de maior audiência do país”, comemorou Simão.
Muito caro O empresário entrou em contato com um dos procuradores dos quenianos no Brasil, enviou um kit com uniforme, agasalho, DVD e bandeira para os atletas, fez a proposta financeira – os valores não foram divulgados – e aguardou a resposta. “Não conseguimos fechar acordo para que eles corressem com a camisa do Galo, porque eles cobram muito caro”, explica Simão. Depois da corrida, Robert Cheruiyot gravou uma entrevista na qual cantou parte do hino do Atlético, gritou ‘Galo’ e declarou que gostaria de conhecer o Mineirão.
O coordenador técnico da equipe de atletismo do Cruzeiro, Alexandre Minardi, se irritou com a atitude do rival. “Estamos revoltados. Isso não se faz. Esse empresário nem é da área de atletismo. Discutimos feio no hall do hotel depois da prova. Se fosse o contrário, o Cruzeiro não faria essa palhaçada.”
Fonte: Estado de Minas
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