Brasil 2014
Elaine Felchacka/Especial para Terra
Monitores ajudam na Arena da Baixada
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A Arena da Baixada ainda não está finalizada e as obras na cidade de Curitiba, voltadas para a realização de jogos da Copa do Mundo de 2014, ainda nem iniciaram. Mas o estádio rubro-negro começa a viver o clima da competição.
Os preparativos para receber torcedores durante o Mundial tiveram início na noite da última quarta-feira, no jogo entre Atlético-PR e Grêmio com o projeto-piloto de combate às drogas e violência. Quatro câmeras de alta resolução colocadas próximas aos refletores permitiram à equipe da Secretaria Antidrogas de Curitiba vigiar todo o estádio.
"Estamos dando um grande passo com esse projeto. Dentro caderno de encargo da Fifa temos uma série de exigências para cumprir e eles são muito rígidos com a segurança. Então estamos antecipando algo que a Fifa nos exige", disse o presidente do Conselho Deliberativo do Atlético-PR, Gláucio Geara.
A parceria foi um pedido do próprio Atlético-PR, que depois de uma reunião com representantes de torcidas organizadas sentiu a necessidade de intensificar não só o combate à violência, mas também ao tráfico e uso de drogas no estádio e nos arredores.
"As própria torcidas nos pediram isso. Há consumo de drogas nos jogos e sabemos que há até traficantes. Temos que começar combater isso desde já, para na Copa estarmos mais adiantados neste processe de segurança", acrescentou Geara.
A Secretaria Antidrogas espera mapear os pontos onde se concentram os atos de violência e consumo de drogas no interior do estádio.
"Vamos criar um banco de dados e esses torcedores flagrados pelas câmeras não poderão entrar no estádio durante a Copa do Mundo", explicou o secretario antidrogas de Curitiba, Fernando Francischini.
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