domingo, 7 de setembro de 2008

Notícias do Domingo Esportivo 07/09/2008

CHILE NO CAMINHO

Brasil tenta se afastar da crise

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Dunga é o goleiro Júlio César mostram muito bom humor durante treino ainda na Granja Comary (Foto: AGÊNCIA REUTERS)

Em caso de tropeço em Santiago, Dunga pode ser demitido pela CBF, que já tem Luxemburgo e Autuori agendados

Santiago. A Seleção Brasileira entra em campo neste domingo, às 22h (de Brasília), para enfrentar o Chile, no Estádio Nacional, em Santiago, precisando desesperadamente de um triunfo para não mergulhar de vez numa crise profunda, que pode ter como conseqüência imediata a demissão do técnico Dunga. O confronto, válido pela sétima rodada das Eliminatórias para a Copa do Mundo de 2010, que será disputada na África do Sul.
A crise na Seleção Brasileira começou com os tropeços nas duas últimas rodadas, derrota por 2 a 0 para o Paraguai, fora de casa, e empate sem gols com a Argentina, em pleno Mineirão, em Belo Horizonte. A situação se agravou com a modesta medalha de bronze nos Jogos Olímpicos de Pequim. Por isso um novo tropeço contra o Chile pode gerar a queda de Dunga, mesmo que três dias depois o time canarinho supere a frágil Bolívia no Estádio Olímpico João Havelange, o Engenhão, no Rio.
Nos corredores da CBF especula-se que os nomes de Paulo Autuori, atualmente no Catar, e Vanderlei Luxemburgo, treinador do Palmeiras, estão cotados para assumir o posto do capitão do tetra. Alheio a essas especulações, Dunga projeta um confronto muito complicado para a Seleção Brasileira, rasgando elogios ao time chileno e a seu treinador, o argentino Marcelo Bielsa.
‘‘O Chile tem um time muito certinho, que toca bem a bola e sabe jogar em velocidade. Além disso conta com jogadores experientes e de excelente nível. Seu treinador também é muito competente e eles jogarão em casa, com o estádio lotado. A Seleção Brasileira terá que superar tudo isso para deixar o campo com os três pontos, mas estamos todos focados neste objetivo’’, afirmou Dunga.
Os jogadores também não escondem que esperam dificuldades no duelo deste domingo, mas garantem que já passou da hora de o time reagir nas Eliminatórias. Ninguém no grupo esconde o desejo de fazer seis pontos nas próximas rodadas e entrar definitivamente na zona de classificação. ‘‘Não estamos na colocação desejada nestas Eliminatórias e o nosso pensamento é classificar o Brasil o mais rapidamente possível, para depois termos tranqüilidade de trabalharmos pensando na próxima Copa do Mundo. Justamente por isso fazer seis pontos agora é fundamental. Temos que terminar esse ano na melhor colocação possível’’, analisou Ronaldinho Gaúcho.
Dunga já confirmou que o time será bem ofensivo, com um trio de atacantes formado por Robinho, Luís Fabiano e Ronaldinho. Diego terá a missão de municiar os homens de frente. O zagueiro Juan, suspenso por ter recebido o terceiro cartão amarelo no empate sem gols com a Argentina, dará vaga a Luisão, que ganhou a disputa com o irmão, Alex Silva.
Chile
Cláudio Bravo, Ismael Fuentes, Gonzalo Jara e Waldo Ponce; Carlos Carmona, Marcos Estrada, Pedro Morales e Valdivia (Matías Fernández); Aléxis Sanchez, Humberto Suazo e Jean Beausejour.
Técnico: Marcelo Bielsa.

Brasil
Júlio César, Maicon, Lúcio, Luisão e Kléber; Gilberto Silva, Josué e Diego; Robinho, Luís Fabiano e Ronaldinho Gaúcho.
Técnico: Dunga.

Competição - Eliminatórias Sul-Americanas para Copa do Mundo de 2010 . Estádio - Nacional, em Santiago (Chile). Data - 7 de setembro de 2008. Horário - 22h horas (horário de Brasília). Árbitro - Carlos Torres .
Assistentes - Manuel Bernal e Tibúrcio Gauto (Trio do Paraguai).
Transmissão -TV Globo.

ESCRITA MANTIDA

Corinthians vence Leão pela 4ª vez em 2008

Galeria

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Atacante Adaílton sobe para tentar o cabeceio, mas é interceptado pelos zagueiros do Corinthians (Foto: KID JÚNIOR)

Embora fora da zona de rebaixamento, o Fortaleza perdeu sua terceira partida seguida na Série B do Brasileiro
Pela quarta vez, o Corinthians bateu o Fortaleza em 2008. Desta feita, o jogo valeu pela 23ª rodada da Série B do Campeonato Brasileiro. O resultado deixou o Timão mais líder do que nunca, com 51 pontos ganhos. Já o Tricolor se encontra na 16ª colocação, com 23 pontos. Na próxima sexta-feira, o Leão vai até Santa Catarina enfrentar o Avaí.
Apesar do resultado adverso, o Fortaleza realizou sua melhor partida dos últimos tempos e chegou a ameaçar a vitória corintiana no segundo tempo. A equipe comandada por Heriberto da Cunha lutou o quanto pôde e foi castigada quando estava no seu melhor momento dentro de campo.
Jogo fraco

O primeiro tempo foi dos mais fracos do ponto de vista técnico. A primeira tentativa do ataque alvinegro surgiu aos 13 minutos, com um chute de longe do lateral esquerdo André Santos. A bola passou à esquerda de Tiago Cardoso. Aos 20 minutos, num lance polêmico, Douglas foi lançado por Moraes dentro da área.
O meia corintiano disputou a bola com Michel Gaúcho e caiu na área. O árbitro carioca Pablo dos Santos Alves apontou para a marca do pênalti. Dois minutos depois, Chicão só deslocou Tiago Cardoso, colocando a bola no canto direito enquanto o goleiro do Leão pulou para o lado oposto.
Gol contra
O Corinthians continuou a atacara, sem muita pressa até que, aos 36, Lulinha lançou a bola da direita para Bebeto que, com um leve toque, conseguiu encobrir o zagueiro Gaúcho. Preto, que vinha na sua cobertura, se precipitou e tocou de pé esquerdo no canto direito de Tiago Cardoso, anotando contra seu próprio clube o segundo gol do Timão.
No único lance de perigo do ataque leonino na etapa inicial, Simão deixou Raul na ´cara do gol´. O meia errou o chute: praticamente atrasou a bola para os braços de Tiago Cardoso.
Segundo tempo
O técnico Heriberto da Cunha resolveu voltar para o segundo tempo com outro atacante para fazer companhia a Adaílton. Marcos Bambam foi o escolhido. A alteração surtiu o efeito desejado. O Tricolor passou a dominar as ações do jogo. Aos nove minutos, Michel Gaúcho, que teve boa atuação, cruzou da direita na cabeça de Marcos Bambam, que deu um leve toque e colocou a bola no fundo da rede de Felipe, que nada pôde fazer. O gol leonino acendeu ainda mais o time de Heriberto da Cunha.
Aos 16, Adaílton desperdiçou a chance do empate. Ele conseguiu se livrar da dupla de zaga do Corinthians pela direita e bateu com perigo no canto oposto de Felipe. Bambam aguardava sozinho a bola do outro lado e ficou desolado com a falta de companheirismo de Adaílton.
Dois minutos depois, foi a vez de Marcos Bambam sair driblando quatro corintianos, num belo lance. No entanto, ele acabou se enrolando com a bola e sendo desarmado pela retaguarda adversária.
A reação do Fortaleza foi interrompida aos 21 minutos. Elias ganhou uma disputa de bola dentro da área, pela esquerda. Ele cruzou para o outro lado. Lulinha cabeceou para o meio. André Santos chegou batendo ´de primeira´ no canto alto direito de Tiago Cardoso, anotando o terceiro gol do Timão, o mais belo de todo o jogo. A partir daí, a equipe comandada por Mano Menezes passou a administrar o resultado favorável.
Visita ilustre
Quem compareceu aos vestiários do Fortaleza foi o atacante Rinaldo, atualmente no Goiás. O atleta destacou que veio rever os companheiros e que iria ao aniversário de uma filha do seu amigo Lúcio, hoje atuando no Ceará.
Fortaleza 1
Tiago Cardoso; Michel Gaúcho, Gaúcho, Preto e Eusébio (Léo Jaime); Leandro, Rogério (Chiquinho), Thiago Almeida e Simão; Raul (Marcos Bambam) e Adaílton. Técnico: Heriberto da Cunha.
Corinthians 3
Felipe; Alessandro (Cássio), Chicão, William e André Santos; Carlos Alberto, Elias, Lulinha e Douglas (Diego Rincón); Morais e Bebeto (Careca). Técnico: Mano Menezes.
Competição - Campeonato Brasileiro Série B. Estádio - Castelão. Data - 6 de setembro de 2008. Árbitro - Pablo dos Santos Alves (RJ). Assistentes - Wagner de Almeida (RJ) e Luiz Carlos Bezerra (RN) . Renda - R$ 201.564,00 . Público - 17.371 pagantes. Gols - Chicão, Preto (contra), Bambam e André Santos. Cartões amarelos - Gaúcho, Simão, Bebeto e Lulinha.


Diario do Nordeste

Fonte Diario do Nordeste

ENTREVISTA - JOSÉ ROBERTO

Sou fiel às mulheres e vou até o fim com a seleção feminina

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(Foto: KID JÚNIOR)

Ele inscreveu seu nome na história do vôlei brasileiro ao ganhar a medalha de ouro com a seleção masculina nos Jogos de Barcelona/1992 e ouro com o time feminino em Pequim/2008. Falamos do técnico
José Roberto Guimarães, que esteve em Fortaleza com a Seleção Feminina campeã olímpica para a disputa do Torneio Final Four. Conversamos com Zé Roberto no Hotel Plaza Suíte (Rua Barão de Aracati), quarta-feira passada (3/08), antes da estréia do Brasil no torneio contra a equipe da Argentina.

E ao paulista da cidade de Quintana fizemos logo uma pergunta instigante: se houvesse a possibilidade de voltar ao comando da Seleção Masculina, você toparia?

De maneira nenhuma. Eu sou fiel às mulheres. A partir do momento que saí do time masculino e comecei a me integrar e entregar mais ao grupo feminino, a estudar o grupo, inclusive fui morar na Europa, dirigindo um time na Itália para entender melhor esse lado das mulheres, acho que tudo fluiu melhor. Creio que não dá para ficar pulando de galho em galho, para lá e para cá. Eu já defini a minha vida, agora de vez, no selecionado feminino, e vou com elas até o fim.
Você conviveu por quatro anos com a seleção masculina (1992 a 1996) e desde o fim de 2003 comanda o time feminino. Qual o grupo mais difícil para treinar?
Lógico que treinar equipes femininas é mais difícil. Trabalhar com times masculinos é mais fácil porque os jogadores são mais diretos, objetivos. Por outro lado, também fica o desafio de treinar mulheres, de entender um pouco o que é o universo feminino, como e porquê as coisas acontecem nesse universo. Foi um grande desafio entender, ler um pouco mais sobre a mulher, quais são os problemas, as peculiaridades que a gente pode enfrentar no universo feminino sobre menstruações, TPM, sensibilidades, ansiedades, enfim, uma série de coisas que fazem parte desse universo e que a gente precisava entender. E o fato de ter mulher e filhas ajudou a entender como o meu trabalho poderia ser conduzido da melhor maneira. Assim como as ações dos outros integrantes da comissão técnica, já que alguns sempre trabalharam com times femininos e outros com masculinos. Mas eu acho que foi importante esse “approach” (elo, ligação, enfoque) que nós tivemos, a maneira que nós trabalhamos e esse entendimento do universo das mulheres eu acho que deu bastante frutos.
Bernardinho, no masculino, e o Zé Roberto no feminino são as principais referências do vôlei nacional. Mas o comportamento dos treinadores à frente de suas equipes é diferente?
Eu acho que cada um tem a sua maneira de ser, cada pessoa tem um jeito, ele tem a maneira dele, eu tenho a minha, entre dois jogadores existe uma diferença grande. O importante que eu vejo é que são pessoas que gostam de ganhar, de vencer, e que são perfeccionistas naquilo que fazem. Lógico que o comportamento é importante, os métodos são importantes, mas eu me sinto gratificado de ter aprendido muita coisa no time masculino e de ter podido também aplicar na equipe feminina, enfim, para poder trabalhar principalmente com esse grupo dentro desse quadriênio olímpico que foi muito importante. Jogadoras que foram selecionadas na base da Seleção Brasileira, com algumas eu já tinha trabalhado em clubes, aprenderam um pouco a lidar comigo também, a me entender (não só eu entendê-las), entender aquilo que eu busco, que gostaria que acontecesse dentro da qualidade de jogo, da técnica de jogo, e acho que fui bem aceito por elas.
Zé Roberto, com esta ascensão depois da campanha em Pequim, você acha que a Seleção Feminina pode repetir o sucesso que alcançou o grupo masculino?
Eu acho difícil. Eu acho que o masculino conseguiu uma hegemonia de anos. É o time que mais títulos ganhou, que mais vezes subiu ao pódio nas competições de que participou, então, acho um pouco complicado. Esta, porém, é a nossa meta. Esta seleção feminina tem mais de 90% de vitórias, são 21 campeonatos disputados e 15 primeiros lugares (de medalha de ouro). Agora, para ter uma hegemonia semelhante ao grupo masculino a gente precisa ter o mesmo foco, a mesma concentração que elas estão tendo durante este ciclo. Este momento vai ser diferente, que elas vão viver para o resto da vida delas, mas elas precisam entender que a vida não pára nessa medalha de ouro, que tudo continua, mas tem que continuar com humildade, treinando muito. O time do Brasil passa a ser a equipe a ser batida, todos os adversários vão querer ganhar da campeã olímpica, estudar o campeão olímpico, isso é normal, com a gente aconteceu a mesma coisa em função da China, que era a última campeã olímpica, faz parte da nossa vida, e esses desafios vão continuar acontecendo ao longo dos anos. A base é boa, nós vamos trocar agora jogadoras importantes, no caso da Fofão, fazer ou ter uma levantadora com a maturidade que a Fofão tem, adquirida durante todos esses anos - só de seleção ela tem 17 anos -, com muita experiência e muita dedicação, e é uma jogadora diferenciada, não só na precisão do jogo, na distribuição das bolas, mas no comportamento. Eu acho que a Fofão venceu por vir de uma família humilde, mas que se dedicou muito, que a família colaborou muito para seu desenvolvimento, e criou uma grande pessoa, uma grande jogadora, uma grande mulher.
A Mari foi uma atleta que ficou marcada após o fracasso em Atenas-2004. Você, em Pequim, apostou numa mudança de postura da atleta dentro da quadra?
Eu acho que até ela foi marcada de uma forma incorreta, porque naquele jogo contra a Rússia a Mari fez 37 pontos, foi a jogadora que mais pontuou, que mais participou das ações naquela partida e isso acontece com muitas atletas que decidem, no caso da Mari. Felizmente ela treinou muito nestes quatro anos, mudou de posição, passou a exercer uma função mais difícil que a de ser ponteira-passadora (geralmente a jogadora para a qual as equipes adversárias direcionam os saques) e acabou fazendo campeonatos muito bons, inclusive uma Olimpíada sensacional. Até a última rodada do torneio de vôlei feminino dos Jogos de Pequim ela era a melhor passadora e o time dos Estados Unidos, no jogo da decisão da medalha de ouro, sacou na Mari o tempo inteiro, mas mesmo assim eu acho que ela se saiu bem.
Zé Roberto, quais os adversários que você considera mais perigosos a partir de agora?
Acho que a Sérvia, porque no último Mundial, em 2006, o time terminou com a medalha de bronze, e a equipe se mantém praticamente a mesma e conta com uma boa levantadora, jovem, e que vai ter muito tempo para evoluir; a Polônia, que é um time alto, e também bastante interessante. As demais seleções nós vamos precisar esperar para ver a partir das próximas competições.
Assegurado o ouro nos Jogos de Pequim, você já começa a trabalhar visando à próxima Olimpíada, que será em Londres-2012?
Lógico que estamos comemorando muito agora. As jogadoras voltaram a se encontrar aqui em Fortaleza, 10 dias praticamente sem tocar na bola, só festejando com os amigos e com a família, mas foi um descanso merecido, porque elas trabalharam muito nesse período, não sei o resultado que o time vai obter aqui no Final Four, mas qualquer que seja, elas estão de parabéns porque se deram muito, se doaram para este trabalho, para esta medalha. Mas não vamos querer perder o torneio, vamos brigar para conquistar o título .
Zé Roberto, o sucesso do time masculino praticamente relegou a segundo plano a equipe feminina. Agora, com o êxito das meninas e o ouro em Pequim, as coisas se equilibram?
Não sei. Eu acredito que cada uma das equipes tem o seu espaço. A seleção masculina adquiriu o direito, em todos os sentidos, porque ganhou e continua ganhando muitos títulos. Nós precisamos ainda traçar nossa estrada, precisamos continuar firmes e fortes nesse caminho de vitórias. Acho que ainda não dá para equiparar uma seleção com a outra, o masculino está muito à nossa frente. E creio que no Brasil há espaço para as duas equipes.

Felipão rebate críticas de Vítor Bahia

Londres. O técnico Luiz Felipe Scolari não se calou diante das críticas veladas feitas pelo goleiro Português Vítor Baia, nas quais o atleta reclamou do brasileiro. A insatisfação do guarda-metas ocorre pelo fato de, no período em que Felipão comandou a seleção portuguesa, ter parado de ser convocado.
“É algo que ainda hoje me entristece bastante, acima de tudo devido à covardia das pessoas, principalmente do treinador, que nunca assumiu as razões do meu afastamento. E agora mandou recados por um amigo. Vamos continuar sem saber, pois não acredito que tenha coragem. Acaba por ser a voz de Scolari, mas covardemente”, disse o jogador.
Polêmicas
Felipão, que ultimamente tem dedicado boa parte de seu tempo a desfazer polêmicas, não deixou por menos e explicou quais foram as motivações para deixar Baia de fora dos convocados nos últimos seis anos em Portugal.
“O que escolhia na época, escolho agora, de acordo com as minhas convicções. Não tenho de dar resposta a ninguém. Já disse a mesma coisa 120 vezes. Se alguém quiser entender entenda, se não quiser...”, disse, tentando dar um basta no assunto. Nos últimos dias, Felipão ainda teve de vir a público para desmentir supostas críticas feitas a Robinho.


Icasa perde jogo mas se garante na Série C/2009

Campina Grande. O Icasa deu adeus às disputas da Série C do Campeonato Brasileiro deste ano após ser derrotado pelo Campinense, no Estádio Amigão, ontem, por 2x0. Apesar disso, o Verdão do Cariri está qualificado entre os 20 clubes que disputarão a mesma competição em 2009.
Os gols do Campinense, que terminou classificado em 2º lugar no Grupo 19, foram de Paulinho (contra), aos 4 minutos do e por Marquinhos Marabá, aos 41, ambos do segundo tempo. No outro resultado da chave, o Salgueiro garantiu a liderança ao empatar em casa por 2x2 com o Santa Cruz.
Critério
Como a Série C terá somente 20 clubes em 2009, os 16 que avançaram à fase semifinal deste ano se garantiram. Além deles, os quatro melhores desclassificados. O Sampaio Corrêa foi o primeiro e o Icasa foi o segundo, ambos com oito pontos ganhos.


Diario do nordeste

Uso correto da linguagem corporal beneficia árbitros ante pressão

Indicação foi dada por psicólogo suíço durante reunião de árbitros europeus

Equipe Cidade do Futebol

Diferentes idiomas, interferência da torcida, o imediatismo do ato e a eficácia dos gestos. Por essa série de fatores, a utilização correta da linguagem corporal é um fator muito positivo para os árbitros que têm de comandar uma partida num ambiente de pressão e euforia.

Quem apresentou esses argumentos em prol da classe foi Mattia Piffaretti, psicólogo desportivo suíço que participou de reunião em Nyon, na Suíça, na qual estiveram presentes os principais juízes do Velho Continente.

Piffaretti apontou quatro razões-chave pelas quais a linguagem corporal é uma importante arma do arsenal dos árbitros. Em princípio, esses indivíduos atuam em uma esfera internacional, muitas vezes tendo de dirigir encontros envolvendo atletas de diferentes culturas.

Fora isso, a comunicação verbal pode ser complicada em jogos com muitos e barulhentos torcedores – nessas circunstâncias, o subterfúgio do corpo pode ter impacto bem mais positivo; outro fator é o da alta velocidade em que são disputados os jogos: a linguagem corporal permite efeitos imediatos, evitando constantes paralisações que seriam necessárias caso se abordasse o atleta verbalmente.

Por fim, muitas vezes é complicado interagir com palavras às emoções dos jogadores, sendo o uso de gestos bem mais efetivo.

“A linguagem corporal deve ser alterada consoante a situação. Trata-se de uma forma de comunicação que necessita de ser, simultaneamente, natural e fluida”, explica Piffaretti. “[Os árbitros] Devem usá-la com qualidade e em quantidades adequadas, pois, caso contrário, irão tornar-se uma figura que não são e os jogadores irão percebê-lo”.

O uso desse tipo de procedimento está diretamente condicionado à conscientização, ao conhecimento cultural e à inteligência emocional.

“Permite expressar pensamentos, intenções e estados de espírito através de sinais, o que significa que serão compreendidos quando partilhados. Contudo, a linguagem corporal pode, por vezes, ser enganosa, pois mistura diferentes níveis de complexidade. É uma ferramenta muito poderosa, mas tem de se ter cuidado ao usá-la. Certos gestos podem estar ligados a certas culturas e podem levar a diferentes interpretações. Pode se ser mal interpretado. É importante estar ciente das diferenças culturais e conhecê-las”, completa o psicólogo.


Sistema de monitoramento de jogadores da Uefa provém de tecnologia antimíssil

Suporte permite medir variáveis de cada atleta, favorecendo a correção de problemas detectados

Equipe Cidade do Futebol

Da engenharia espacial, diretamente para o futebol. Durante o Fórum de Treinadores de Elite da Uefa, realizado na última sexta-feira, em Nyon, um sistema que monitoriza os jogadores em campo, aplicado inicialmente no setor de defesa para a detecção de mísseis, foi a coqueluche do evento.

O tracking system é configurado a partir da colocação estratégica de 16 câmaras no estádio, que vão cobrir os movimentos de jogadores, árbitros e bola. Um programa informático gere e aplica determinadas fórmulas que permitem avaliar a dinâmica dos alvos programados.
A partir dele, cujas versões variam e estão sendo cada vez mais aperfeiçoadas, é possível medir inúmeras situações que influenciam a dinâmica de um jogo de futebol, como a posição e circulação de tudo o que se move em um terreno de jogo, em que sentido se movimentam jogadores e bola, qual a distância percorrida pelos jogadores e as respectivas zonas de influência e a dinâmica entre adversários (uma marcação homem a homem, por exemplo).

“O FC Porto avança para poder utilizar essa observação mais criteriosa”, afirmou Jesualdo Ferreira, treinador da equipe portuguesa. “[O sistema] Permite melhorar as observações, porque as que nos chegam são limitadas, permite uma informação mais detalhada sobre a nossa própria equipe e os rivais”, completou.

Com a monitoração individual dos jogadores, o treinador pode também saber quantas bolas cada atleta perdeu ou roubou, quantos passes fez e em que direção, se os mesmos foram curtos ou compridos, ou ainda se os passes executados tiveram ou não influência no último terço do campo.

De acordo com o treinador do Sporting, Paulo Bento, outro que esteve presente ao Fórum, na Suíça, a condição dos atletas seguirá como fator determinante para a definição de resultados e “criação de desequilíbrios”.

“Desequilibrar um jogo será sempre um trabalho proporcionado pelo coletivo, um trabalho táctico. O sistema vem complementar a organização de uma equipe e vai ajudar a explorar as debilidades do adversário, mas a qualidade dos jogadores será sempre determinante”, comento


Com Pelé de garoto-propaganda, Nestlé prepara nova ação de marketing

Torcedores concorrerão por camisas oficiais e visitas aos clubes de coração

Equipe Cidade do Futebol

A Nestlé volta a estreitar suas relações com os clubes de futebol do país. Após a promoção “Torcer faz bem”, nas últimas edições do Campeonato Brasileiro, que apenas conferia ingressos aos torcedores em troca de produtos da multinacional, a campanha agora estendeu seu leque e leva até Pelé no carro-chefe.

O ex-jogador participa da ação batizada de "Nestlé torce por você", que distribuirá ingressos de jogos, camisas exclusivas dos times e visitas aos centros de treinamento (CT) dos clubes – são as 20 agremiações da Série A, mais as sete com maior torcida da Série B.

Com assinatura da W/Brasil na criação, algumas peças serão disponibilizadas, as quais contarão com Pelé trajando o uniforme de grandes rivais do Santos, como Palmeiras, São Paulo, Corinthians e Flamengo.

A promoção sorteará 1200 camisas, R$ 70 mil durante 12 semanas, viagens para os aficionados conhecerem os CTs e um grande prêmio final no valor de R$ 700 mil.

A cada R$ 7,00 em compra de produtos da Nestlé nas redes participantes, o consumidor receberá um código, que deve ser enviado por SMS. O uso dessa plataforma é a grande novidade da promoção, que chega à sua quarta edição.


Após ameaça da Fifa, Federação Romena pune clube local por ‘plágio’

FC Timisoara perde seis pontos no campeonato nacional por manter ‘identidade’ de agremiação homônima

Equipe Cidade do Futebol

Seis pontos foram tirados do FC Timisoara, que despencou na tabela de classificação do Campeonato Romeno, causando a ira de seus torcedores. O motivo: a manutenção de um nome já existente e dos símbolos referentes ao FC Politehnica Timisoara.

Em 2006, o Tribunal Arbitral do Esporte (TAS) havia determinado aos donos do clube que parassem de usar o nome, as cores e a história do FC Politehnica Timisoara, comprado pelo empresário italiano Cláudio Zambon.

A direção da agremiação que cometeu o “plágio” concordou apenas em mudar a denominação da equipe. Então, a FRF recebeu uma carta da Fifa, na qual foi intimida a punir o FC Timisoara.

“Levando em consideração a carta da Fifa, foram retirados seis pontos da equipe, e a proibição do uso da cor violeta no uniforme não foi colocada em prática ainda”, informou a federação em seu site oficial.

Após a confirmação da pena, cerca de 3 mil simpatizantes do Timisoara “cópia” saíram às ruas da cidade que também leva esse nome e até entraram em confronto com a polícia em meio ao protesto.

O FC Timisoara estava em quinto lugar na tabela, com 13 pontos. Com o revés na tabela, caiu para a 11ª posição. Em 2000, Cláudio Zambon levou o Politehnica Timisoara “original” para uma cidade perto de Bucareste e hoje atua na terceira divisão.


Queniana ganha prêmio de US$ 1 mi

REDAÇÃO
Da Máquina do Esporte, em São Paulo

A queniana Pámela Jelimo ganhou mais uma etapa da prova de 800m Golden League, competição de atletismo. A vitória desta vez foi em Bruxelas e assim a atleta venceu os seis circuitos do campeonato, faturando o prêmio de US$ 1 milhão (R$ 1,7 milhão).
Esse beneficio financeiro alcançado pela atleta do Quênia só seria dado caso alguma competidora vencesse toda as seis etapas da Golden League em qualquer prova.
Com isso, Jelimo mantém o seu bom desempenho. Recentemente, a atleta conquistou a medalha de ouro nas Olimpíadas de Pequim.
A única que chegou com a possibilidade de dividir o prêmio com Jelimo foi a croata Blanka Vlasic, porém a atleta pulou apenas 2m na prova do salto em altura, sendo superada por Ariane Friedrich, da Alemanha, com 2,02m.

Definição da 2ª fase tem maior goleada da Série C.Veja tudo!

Campinas, SP, 6  (AFI) – Enquanto outros 15 times disputavam as últimas sete vagas para a terceira fase do Campeonato Brasileiro da Série C, o Atlético-GO passeava em campo neste sábado, quando foi disputada a última rodada da segunda fase da competição. O time goiano enfiou 7 a 1 no Itumbiara-GO, a maior goleada da Série C até o momento.
As decisões das últimas vagas não tiveram surpresas. Os mandantes não perderam nenhuma partida e confirmaram o favoritismo. Confira os times classificados à terceira fase:

Rio Branco-AC e Luverdense-MT, Águia-PA e Paysandu-PA, pelo Grupo 18;
Salgueiro-PE e Campinense-PB, pelo 19;
ASA e Confiança-SE, pelo Grupo 20;
Atlético-GO e Mixto-DF, pelo 21;
Guaratinguetá-SP e Duque de Caxias-RJ, pelo Grupo 22;  Ituiutaba-MG e Guarani, pelo 23; 
Marcílio Dias-SC e Brasil de Pelotas-RS, pelo 24.
Os grupos da próxima fase

1ª rodada já tem jogos definidos!
Já classificado à próxima fase, o Atlético não tomou conhecimento do adversário e já vencia por 4 a 0 ao final do primeiro tempo. O atacante Marcão foi o grande destaque do confronto, com dois gols. A vitória deixou o Atlético com 15 pontos, na liderança isolada do Grupo 21. O Mixto-MT, mesmo perdendo para o Dom Pedro-DF, por 1 a 0, ficou com a segunda vaga da chave.
Quem também goleou foi o ASA-AL. Em casa, o time alagoano fez 5 a 0 no Itabuna-BA e confirmou a liderança do Grupo 20, com 10 pontos. O destaque ficou por conta do atacante Nilson Sergipano, autor de dois gols. Mesmo perdendo para o Vitória da Conquista-BA, por 2 a 0, o Confiança ficou com a outra vaga da chave.
Paulistas
O único paulista que venceu neste sábado foi o Guaratinguetá. Com gol de Cristian, no final do segundo tempo, o Guará bateu o Duque de Caxias-RJ, por 1 a 0, e confirmou a primeira colocação do Grupo 22, com 13 pontos. Os cariocas ficaram com 12, na segunda posição. Ambos estarão ao lado de Atlético-GO e Mixto-MT na próxima fase. 
Com um time misto, o Guarani foi até o interior mineiro e acabou derrotado, por 1 a 0, para o Ituiutaba-MG, único invicto da competição. O resultado valeu a liderança do Grupo 23 para os mineiros, com 14 pontos. O Guarani terminou com 10 e, na próxima fase, vai encarar Marcílio Dias-SC, Brasil de Pelotas-RS e o próprio Ituiutaba-MG. O Brasil, inclusive, garantiu a classificação ao vencer o próprio Marcílio, em casa, por 3 a 1. Os catarinenses já estavam classificados.
Despedida!
A despedida do Santa Cruz, que sequer conseguiu garantir vaga à Série C do próximo ano, foi com um empate, por 2 a 2, com o Salgueiro-PE, fora de casa. O Salgueiro terminou na liderança do Grupo 19, com nove pontos, assim como Campinense, que também avançou à próxima fase. O Santa Cruz, por sua vez, terminou na lanterna, com apenas quatro pontos.
Confira a 6ª rodada da 2ª fase da Série C
Sábado
Ituiutaba-MG 1 x 0 Guarani-SP
Ituano-SP 1 x 1 Noroeste-SP
Águia-PA 1 x 1 Sampaio Corrêa-MA
Picos-PI 3 x 0 Paysandu-PA
Campinense-PB 2 x 0 Icasa-CE
Salgueiro-PE 2 x 2 Santa Cruz-PE
Vitória da Conquista-BA 2 x 0 Confiança-SE
Atlético-GO 7 x 1 Itumbiara-GO
Dom Pedro-DF 1 x 0 Mixto-MT
América-MG 2 x 0 Boavista-RJ
Guaratinguetá-SP 1 x 0 Duque de Caxias-RJ
ASA-AL 5 x 0 Itabuna-BA
Toledo-PR 2 x 2 Caxias-RS
Brasil-RS 3 x 1 Marcilío Dias-SC
Rio Branco-AC 3 x 0 Remo-PA
Holanda-AM 2 x 2 Luverdense-MT


Em primeira mão os grupos da 3ª fase da Série C

Campinas, SP, 6  (AFI) – Dos 63 times que iniciaram o Campeonato Brasileiro da Série C, apenas 16 seguem na disputa pelo acesso à Série B do próximo ano. Neste sábado, aconteceu a última rodada da segunda fase e, conseqüentemente, a definição dos grupos da próxima fase.
Confira o balanço da rodada final!

As 16 equipes estarão divididas em quatro grupos de quatro times cada. Eles se enfrentarão entre si, em turno e returno. Os dois melhores de cada chave avançam ao Octogonal Final. A terceira fase vai começar na próxima quinta-feira.
Confira os grupos da terceira fase
Grupo 25
Rio Branco-AC (1º do Grupo 17)
Luverdense-MT (2º do Grupo 17)
Águia-PA (1º do Grupo 18)
Paysandu-PA (2º do Grupo 18)

Grupo 26
Salgueiro-PE (1º do Grupo 19)
Campinense-PB (2º do Grupo 19)
ASA-AL (1º do Grupo 20)
Confiança-SE (2º do Grupo 20)

Grupo 27
Atlético-GO (1º do Grupo 21)
Mixto-MT (2º do Grupo 21)
Guaratinguetá (1º do Grupo 22)
Duque de Caxias-RJ (2º do Grupo 22)

Grupo 28
Ituiutaba-MG (1º do Grupo 23)
Guarani  (2º do Grupo 23)
Marcílio Dias-SC (1º do Grupo 24)
Brasil de Pelotas-RS (2º do Grupo 24)

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