Corinthians lança campanha pela renovação de Mano Menezes
A homenagem além de ser um agradecimento pela boa campanha pretende convencer o técnico a ficar no time em 2009
Equipe Cidade do Futebol
O trabalho do técnico Mano Menezes vem dando bons resultados no Corinthians. Em primeiro lugar isolado da série B do Campeonato Brasileiro 2008, o treinador pretende levar o time de Parque São Jorge de volta à elite do futebol nacional.
Graças ao bom desempenho do comandante da equipe e pensando em trazer a torcida para pedir ao técnico que renove o seu contrato com clube, a diretoria corintiana resolveu fazer uma homenagem ao treinador. Uma ação do departamento de marketing corintiano lançou a campanha “Sou mano do Mano”.
“Eu sempre digo que nós não somos série B, apenas estamos na série B. As idéias que estão sendo colocadas em prática fazem jus a isso e são como um presente em agradecimento não só ao trabalho do Mano, mas à fidelidade de todos os nossos torcedores”, afirmou Andres Sanches, presidente do Corinthians.
O projeto tem o apoio da presidência e de todo o departamento de futebol do clube. Para a diretoria, o treinador “conquistou o respeito dos jogadores e o carisma dos fiéis torcedores alucinados”.
“Isso não é algo que acontece sempre com treinadores de futebol. Estou muito contente com essa homenagem”, contou Mano.
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Por superstição e imagem, Jardel pede número fixo
Centroavante estreou no Criciúma com a camisa 16 e pretende usá-la até quando for titular
Equipe Cidade do Futebol
Depois de uma série de problemas pessoais, envolvimento com drogas e temporadas apagadas, o centroavante Jardel voltou aos gramados na última terça-feira. Ele fez sua estréia com a camisa do Criciúma, time que o contratou em julho, e marcou um gol na vitória por 3 a 2 sobre o Marília. Animado com o início, ele fez um pedido à diretoria: manter a camisa 16, que usou no primeiro jogo, em todas as partidas que fizer pelo clube catarinense.
O pedido de Jardel possui dois motivos: o centroavante baseou sua idéia na superstição e na imagem. Segundo ele, a camisa 16 é o símbolo de um novo momento na carreira e essa representação deve permanecer.
“Eu estou muito feliz com a oportunidade que recebi aqui no Criciúma e quero muito poder retribuir. Estou trabalhando para mostrar meu futebol e para ajudar a equipe nas próximas partidas. É um recomeço para mim e eu estou muito feliz com isso”, disse Jardel em entrevista coletiva.
Jardel já pediu oficialmente à diretoria do Criciúma para vestir sempre a camisa 16, apesar de o time catarinense não usar numeração fixa. Se a idéia for aceita e o centroavante der seqüência ao bom momento, a diretoria de marketing projeta a criação de uma linha de produtos com o número.
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Sindicatos de atletas opõem-se às alterações na Lei Pelé
Para as organizações que representam os jogadores profissionais, as mudanças só privilegiam os clubes
Equipe Cidade do Futebol
Na última terça-feira (5), foi realizada uma audiência pública promovida pela comissão especial que analisa o projeto de lei 5186/05, que tem por objetivo evitar a saída de jogadores jovens para o exterior. A proposta alteraria a Lei Pelé (9.615/98), atendendo a reivindicação dos principais clubes de futebol do país, que sofrem com o êxodo precoce de seus atletas.
No entanto, os sindicatos dos atletas profissionais do Rio de Janeiro e de São Paulo manifestaram-se contrários ao projeto de lei, pois acreditam que a alteração favoreceria única e exclusivamente os clubes, e não os jogadores.
Atualmente, um atleta com 16 anos pode assinar contrato com o clube formador por até cinco anos, mas, assim que completar 18 anos pode transferir-se para uma equipe do exterior. Nesse caso, o clube formador ficaria apenas com uma pequena multa por quebra de contrato.
De acordo com alguns dirigentes de futebol, a possibilidade do jogador desligar-se do clube a qualquer tempo faz com que se perca o interesse em investir nas categorias de base, de onde surgem grandes talentos.
O presidente da comissão, deputado Marcelo Guimarães Filho (PMDB-BA), prometeu realizar outra audiência na próxima semana para ouvir os representantes dos clubes.
Alfredo Sampaio, presidente do Sindicato dos Atletas do Rio de Janeiro, disse que o que precisa ser mudada é a cláusula que beneficia o clube ao punir o atleta com uma alta indenização em casos de rescisão de contrato, ao passo que quando é o clube que quebra o acordo, o jogador recebe uma quantia irrisória. Sampaio defendeu a criação de uma comissão, formada por representantes dos clubes e dos atletas, para discutir as alterações sugeridas pelo governo.
Para Reinaldo José Martorelli, presidente do Sindicato dos Atletas de São Paulo, a saída precoce de atletas para clubes do exterior acontece porque os jogadores não têm espaço dentro do Brasil. Sobre as alterações na Lei Pelé, Martorelli afirmou que só está olhando-se para o lado dos clubes.
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Blefe de clube gera acordo com Barcelona
REDAÇÃO
Da Máquina do Esporte, em São Paulo
A tentativa frustrada de contratação do atacante camaronês Samuel Eto'o pelo clube uzbeque Bunyodkor, ex-Kuruvich, rendeu uma parceria ao atual campeão do país. Juan Laporta, presidente do Barcelona, viajou para a nação asiática para marcar um amistoso entre as duas agremiações no Camp Nou. As informações são do diário espanhol "Sport".
O compromisso de Laporta no país asiático não busca somente a marcação da partida. O mandatário do Barcelona irá propor um acordo para que o clube uzbeque utilize as instalações da agremiação espanhola durante a temporada.
Além disso, o presidente do clube catalão visitará a Federação de Futebol do Uzbequistão e assistirá a uma partida entre o Bunyodkor contra o Pakhtakor, atual vice-campeão do torneio local.
Para aproveitar a mídia que recebeu desde julho, quando tentou contratar Eto'o, o Bunyodkor mudou de nome (antes era Kuruvich) e copiou o escudo do Barcelona (foto acima). Para Tavakkal Ismailov, vice-presidente do clube, a mudança representa uma nova era para a agremiação.
Eto'o também viajará ao Uzbequistão. Apesar do sonho do Bunyodkor de contratar o atacante, o camaronês estará no país asiático apenas para participar de uma campanha para difundir o futebol entre as crianças uzbeques. Puyol, Iniesta e Fabregas são os outros jogadores que farão parte da ação.
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Pinheiros faz evento para mostrar atletas
GUSTAVO FRANCESCHINI
Da Máquina do Esporte, em São Paulo
Um dos grandes fornecedores de atletas para a delegação do Brasil que está em Pequim, o Pinheiros está tentando capitalizar o trabalho realizado no último ciclo olímpico. Para garantir espaço na mídia e, conseqüentemente, exibição da marca, o clube organizou, nesta sexta-feira, um café da manhã com familiares de seus atletas e a imprensa no momento em que acontecia a abertura dos Jogos Olímpicos.
A força de nomes da equipe do Pinheiros atraiu a mídia para a sede social. A possibilidade de fazer entrevistas com pais e irmãos da nadadora Flávia Delaroli e do saltador Jadel Gregório, por exemplo, fez com que emissoras como SBT, Rede Globo e TV Gazeta enviassem equipes de reportagem ao local.
"Essa exposição gera três benefícios. O primeiro é institucional, com o fortalecimento da imagem. Depois, tem o reflexo sobre outros atletas, que se interessam em vir competir pelo Pinheiros. Por último, tem o retorno dos patrocinadores e a possibilidade de mais parcerias", disse Antonio Moreno Neto, presidente do clube.
Os segundos na mídia alavancam o projeto do Pinheiros. Com patrocínios fortes como Bradesco Prime e American Express, o clube comemora a consolidação de uma marca no setor. Por ano, gasta cerca de R$ 19 milhões, que vêm em sua maior parte, da renda de associados.
Dentro desse plano, a Olimpíada adquire um papel fundamental. Depois de apoiar o atleta em todo o ciclo olímpico, o Pinheiros comemora o retorno de imagem garantido e a possibilidade de um bônus de exposição caso algum atleta consiga medalha.
"Os Jogos são o coroamento do trabalho. Representamos 11% da delegação, e isso é muito importante para nós. Quando conseguimos acrescer medalhas o retorno é ainda maior", disse o dirigente do clube, que enviou 40 atletas para Pequim.
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